Quem sou eu?

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Campo Largo, Paraná, Brazil
Psicóloga Clínica, graduada pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em Neuropsicologia e Terapia Familiar Sistêmica. Hipnoterapeuta. Formação em Terapia Comportamental e Cognitiva. Atendimentos em saúde mental: Tanstornos de ansiedade, Transtornos de humor, Problemas relacionais (família/casal), escolares, entre outros. Desenvolve cursos para auxiliar no emagrecimento - "Programa de Emagrecimento: Pense Magro", curso para pais e casais, palestras diversas. Artigos Publicados Direitos autorais reservados.
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HIPNOTERAPIA


HIPNOTERAPIA
Esta página, tem como objetivo transmitir informações, artigos e videos sobre o assunto, de modo que o leitor possa entender a hipnose como um aliado no tratamento de suas patologia.

Afinal, o que é Hipnose?

De acordo com a American Psychological Association (APA), hipnose é uma “interação cooperativa em que o paciente responde às sugestões do hipnotizador e interage com objetivos terapêuticos pré-elaborados... é um processo de extremo foco atencional seletivo, por meio de técnicas que promovem a autoindução do paciente a um estado de profundo relaxamento” (Silberfarb, B. 2011, p.16).
Segundo estudos, as técnicas têm sido clinicamente comprovadas pelos benefícios terapêuticos em tratamentos da ansiedade, depressão, percepções da dor, emagrecimento, etc.



PENSE COMO MAGRA E EMAGREÇA
REVISTA BOA FORMA, OUTUBRO, 2012.
(Clique em cima da imagem para ampliá-la.)



 


O Lado Sério da Hipnose
Por Guilherme Pavarin e Tiago Mali


 

A ciência explica como a técnica tem ajudado pacientes a deixar de fumar, perder peso, combater estresse e tratar dores crônicas

A psicóloga Lina Schlachter ouve gritos vindos da emergência do centro médico da Universidade de Tennessee, nos Estados Unidos, e se apressa. No corredor do setor de traumas, depara-se com um mecânico de 42 anos urrando de dor. Ele teve a perna direita destroçada após um acidente em uma das fábricas da região e está imobilizado, suando muito. Após encontrar com Lina, pouco a pouco, os gritos do paciente se transformam em gemidos, cada vez mais baixos. Dez minutos depois, ele relata que a dor, antes insuportável, não o incomoda mais. No lugar, diz haver apenas um formigamento. Tudo isso, sem nenhum sedativo.
A cearense Lina, doutora em psicologia clínica pela Universidade do Tennessee, não faz mágica. "Foram exercícios de respiração e uma série de sugestões para que ele se concentrasse, pensasse no lugar de que mais gosta de passear e começasse a relaxar", diz. O caso do acidente, apresentado em uma conferência médica nos Estados Unidos em 2008, é um exemplo de como a medicina tradicional tem se aliado a certas técnicas de hipnose para combater diversos problemas de saúde. Ele se soma a uma série de pesquisas publicadas em alguns dos periódicos científicos mais rigorosos do mundo, como Science, The Lancet e Proceedings of the National Academy. E o que esses estudos afirmam? Que dá, sim, para tratar dores crônicas, insônia, enxaqueca, obesidade, vícios, fobias, doenças de pele, entre outros males, com hipnose. Mas não é aquela hipnose de estalar dedos e fazer com que o problema desapareça. São sessões com método definido, em tratamentos que podem levar meses.
Ao saber que teria de arrancar um nódulo mamário no seio, a diarista Andreia Peres Maranhão, 34 anos, ficou com medo de não conseguir mais amamentar. Ela havia acabado de ter um bebê e, com o efeito dos anestésicos, o leite poderia ser comprometido. Quando a anestesista Cristiane Hikiji lhe contou sobre a possibilidade de realizar anestesia por hipnose, Andreia decidiu experimentar. Foram 12 sessões preparatórias até a cirurgia. "Já tinha tirado outro tumor no seio e foi difícil recuperar, mas com a hipnose foi rapidinho, não doeu em nenhum momento"
Não à toa, há cada vez mais cientistas e pesquisadores "hipnotizados" pelo tema. O número de estudos publicados por ano sobre o assunto cresceu 50% na última década, chegando a 280 só em 2009 (último ano com números fechados), segundo o banco de dados científico Pubmed. Entre as pesquisas recentes, destaca-se levantamento com 124 mulheres realizado em 2010 na Universidade de Stanford que constatou que a prática da hipnose pode atenuar o sofrimento de pacientes com câncer de mama. Outro trabalho, feito em 2008 na Universidade da Califórnia, avaliou fumantes que usaram a técnica para largar o cigarro — o grupo de hipnotizados teve 50% mais sucesso no tratamento em relação ao outro time.
Quem hipnotiza hoje não são showmen com ar sombrio, jeito de ilusionista e papo de charlatão. Os novos hipnotizadores têm diploma de médico, psicólogo ou dentista, e preferem ser chamados de hipnólogos. Não se encontram em programas de variedades, mas em locais como o Hospital das Clínicas, o A.C. Camargo e o São Camilo, todos em São Paulo, além de clínicas médicas renomadas. "A prática vem crescendo bastante no Brasil, principalmente contra problemas de somatização, quando uma doença se manifesta ou se agrava por causa de algum distúrbio emocional. Os conselhos federais de medicina, psicologia, odontologia e fisioterapia já a aprovam", diz a psicóloga Miriam Pontes, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, que conta com 2 mil profissionais associados em todo o Brasil.

http://www.hipnosebrasil.com.br/Noticias/o-lado-serio-da-hipnose-revista-galileu.html
Fonte: Revista Galileu


Desmistificando a Hipnose

Auto-hipnose para otimizar os estudos

Por Vinicius Correa - vinicius.correa@folhadirigida.com.,br - 09/07/2013
A hipnoterapia é a prática da hipnose para tratamentos de problemas como ansiedade, o estresse, a dificuldade de concentração e memória, falta de foco, entre muitos outros casos que podem trazer sérios problemas na saúde e no cotidiano das pessoas.

Sua técnica é milenar e remonta aos tempos do antigo Egito. Entretanto, apenas recentemente é que foi reconhecida como uma prática médica. No Brasil, não há uma legislação sobre hipnose, mas há a recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) desde que aprovou a prática em 1999. Com essa aprovação, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) aderiu a regulamentação em 2000.

Mas de que forma pode a técnica da hipnose pode contribuir e trazer benefícios para pessoas que estão se preparando para a tensão de uma prova de vestibular ou de uma carreira em concurso público? De acordo com a psicóloga Miriam Pontes de Farias, que realiza o tratamento de hipnoterapia e oferece cursos sobre o assunto, a hipnose é uma técnica de atenção concentrada, em que o paciente vai entrando em relaxamento profundo. Um dos objetivos é diminuir a frequência cerebral, para que o paciente entre em um estado em que ele fica suscetível às sugestões do psicólogo, que funciona com a realização de algumas sessões para encontrar e solucionar o problema.

“Não é a pessoa vir em um dia e está tudo resolvido. A hipnose não é uma técnica mágica, é um processo. Nas primeiras sessões não fazemos nem a hipnose, nós investigamos o histórico de vida do paciente e de acordo com esse histórico usamos a técnica específica que vai ajudá-lo”.
Técnicas melhoram o nível de concentração do paciente

Miriam conta que já teve pacientes que prestaram concursos públicos e que eram muito bem preparados, tinham conteúdos, estudaram em bons cursos, mas não conseguiam fazer a prova. Uma delas chegou a fazer três provas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e não passou, apesar de ser uma aluna disciplinada e bem preparada, mas tinha um bloqueio e na hora da prova tinha um branco. Depois do tratamento ela respondeu bem e passou para a segunda fase.

Ela explica que para esses casos específicos faz-se uma indução pós-hipnótica. “Faço a técnica de auto-hipnose durante o processo de estudo para eles melhorarem a atenção, a concentração, e usar também na hora da prova, para trabalhar a memória, o problema de ter branco durante a prova por causa da ansiedade”.

Segundo a psicóloga, há pessoas que têm uma baixa autoestima e não acreditam no seu potencial, mesmo tendo todos os recursos e toda a condição para tirar uma boa nota. Assim, a hipnoterapia vai ser trabalhada investigando as causas do problema, fazendo a pessoa perceber que ela é capaz de fazer uma prova e ir bem.

Mas é necessário desmistificar a hipnose e entender do que ela se trata. Para a hipnoterapeuta, muitas pessoas não buscam o tratamento pela hipnose por conta dos preconceitos e dos mitos que existem a cerca da prática. Com medo, elas criam um afastamento. No entanto, a hipnose não passa de um procedimento médico que faz o paciente entrar em um estado de relaxamento profundo em que ele fica em um quadro comportamental intermediário entre o sono e a vigília.

A esse tratamento as pessoas respondem de formas diferentes, alguns demoram um pouco, outros, mais suscetíveis à hipnose, respondem mais rápido. Mas em relação às terapias convencionais, a psicóloga Miriam de Farias diz que a hipnose é uma terapia focal e breve, em que o paciente encontra o seu equilíbrio.

“Toda hipnose é auto-hipnose. A medida em que o paciente vai passando pelo processo de hipnose, ele vai resgatando o seu ritmo natural. Porque o ansioso é muito acelerado, faz muita coisa ao mesmo tempo, e na medida em que ele vai praticando, fica mais equilibrado”, explica a doutora Miriam de Farias.


TÉCNICA DO BALÃO INTRAGÁSTRICO 
AUXILIAR NO TRATAMENTO DA OBESIDADE
video


Acesse o link abaixo e leia a reportagem:


Entrevista sobre Hipnose com Benomy Silberfarb



Entrevista sobre Hipnose com Gastão Ribeiro



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"Nada posso lhe dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo." Hermann Hesse