Quem sou eu?

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Campo Largo, Paraná, Brazil
Psicóloga Clínica, graduada pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em Neuropsicologia e Terapia Familiar Sistêmica. Hipnoterapeuta. Formação em Terapia Comportamental e Cognitiva. Atendimentos em saúde mental: Tanstornos de ansiedade, Transtornos de humor, Problemas relacionais (família/casal), escolares, entre outros. Desenvolve cursos para auxiliar no emagrecimento - "Programa de Emagrecimento: Pense Magro", curso para pais e casais, palestras diversas. Artigos Publicados Direitos autorais reservados.
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SAÚDE

Pai gordo, filho obeso... e neto acima do peso


Por que a obesidade passa de geração em geração (não é só genética!)

CRISTIANE SEGATTO
DE PAI E MÃE PARA FILHO Uma cena que representa o padrão alimentar de grande parte das famílias. O consumo excessivo de guloseimas industrializadas, antes restrito aos fins de semana, substituiu as refeições preparadas em casa (Foto: Christian Parente/ÉPOCA, Produção de Objetos e Figurino: Felipe Monteiro e Jairo Billafranca, Assistente: Allyni Cintra para Studio Bee Produções, Maquiagem e Cabelo: Omar Bergea, Agradecimentos: Pet Shop Encrenquinhas, Kaue Moda Plus Size, Renner, )
>>Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
"Eles concordavam que comida era feita de amor e era o que fazia o amor. Nunca poderiam abrir mão de um pedaço de qualquer coisa que desejassem. E se Edie, a filha inteligente e amada, era grande demais para sua idade, isso não importava. Como poderiam não alimentá-la?”

Capa - Edição 780 (Foto: Christian Parente/ÉPOCA)

Edie tinha 5 anos e 28 quilos quando seus pais enfrentaram o dilema: como negar comida a um filho gordinho? Os pais não estariam mais por perto quando Edie, aos 60 anos e 140 quilos, abreviaria sua história numa gulosa apoteose diante da geladeira escancarada. A advogada aposentada que, desde cedo, aprendeu a buscar conforto emocional na comida é a personagem central do romance The Middlesteins, da escritora Jami Attenberg, recém-lançado nos Estados Unidos e ainda sem editora no Brasil. Os Middlesteins são uma família judia de classe média que vive em Chicago, mas o desconforto é universal. “Muitas pessoas que conheço, inclusive eu mesma, têm uma relação estranha com a comida. Podemos comer demais ou muito pouco”, disse Jami a ÉPOCA. “O pior é que somos obrigados a encarar isso diariamente, três vezes ao dia. É uma questão que permeia toda a nossa vida.” Aos 43 anos, ela hoje tem peso normal, mas foi gordinha até a adolescência. 

Se o livro fosse ambientado no Brasil, a história seria igualmente verossímil. Quase metade da população brasileira (48%) pesa mais do que deveria. Entre os homens, os gordos são maioria (52%). O histórico médico das crianças (33% têm sobrepeso e 14% são obesas) já é comparável ao dos avós: colesterol alto, diabetes, desgaste nas articulações.
A obesidade – principalmente a infantil – tornou-se o maior desafio de saúde pública do Brasil. O SUS gasta R$ 488 milhões por ano para tratar a doença e 26 males decorrentes dela, como câncer, males cardiovasculares e diabetes.

Em grande parte das famílias, as guloseimas e o fast-food, consumidos esporadicamente no fim dos anos 1980, substituíram o almoço e o jantar. Um registro detalhado da nova mesa brasileira aparece no documentário Muito além do peso, da diretora Estela Renner. Nas pequenas e nas grandes cidades, crianças de todas as classes sociais não sabem diferenciar um pimentão de um rabanete. Ou um abacate de uma manga. Deter a epidemia é responsabilidade de todos (escola, governos, indústria). E um fato não pode ser desprezado: a obesidade é construída dentro de casa.

A maioria das pessoas engorda pela simples combinação de sedentarismo e erros alimentares. Se o corpo recebe mais energia do que consegue gastar, ela será estocada na forma de gordura. Graças a esse mecanismo, a espécie humana conseguiu sobreviver no tempo em que habitava cavernas, mal conseguia se proteger do frio e a comida era escassa. O que era uma vantagem na dura Pré-História tornou-se um problema no conforto do século XXI. Embora seja a mais frequente, essa não é a única causa de obesidade.

Em menos de 10% dos casos, o ganho de peso pode ser creditado a causas orgânicas, como distúrbios hormonais ou tumores. Sozinha, a genética justifica cerca de outros 5%. Basta uma alteração num único gene para que o excesso de peso ocorra desde os primeiros meses de vida, geração após geração. Na parcela restante, 85%, a obesidade é explicada por uma combinação de fatores: vários genes aumentam a predisposição ao ganho de peso, mas isso só ocorre se o ambiente favorecer. É aqui que entram as estranhas emoções, como na ficção de Jami Attenberg, e os hábitos aprendidos em família.

Psicólogos ajudam Pacientes a Emagrecer com Balão Imaginário no Estômago


Colocar um balão no estômago para comer menos é uma ideia que provavelmente já passou pela cabeça de quem já tentou de tudo para emagrecer e não teve sucesso. Mas todo mundo sabe que o procedimento, apesar de menos invasivo que a cirurgia de redução de estômago, tem seus riscos e só é indicado para pacientes graves. Então, que tal colocar um balão imaginário, numa sessão de hipnose?

Se para você hipnose é coisa de charlatão que faz show no circo, saiba que a ferramenta tem sido adotada, há bastante tempo, por profissionais de saúde para tratar problemas como dor, ansiedade e depressão. E lutar contra a compulsão por comida está no escopo de alguns especialistas.

Um dos profissionais que abraçou a estratégia é o psicólogo Benomy Silberfarb, de Porto Alegre, autor do livro “Hipnoterapia Cognitiva” (Ed. Vetor). Aplicado por ele desde 1998, o chamado “Balão Intragástrico Imaginário” foi adaptado de um método desenvolvido por especialistas espanhóis.

Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que só é hipnotizado quem quer, e a pessoa fica consciente o tempo todo. O transe é mais um estado de relaxamento profundo, em que é mais fácil visualizar o que o terapeuta propõe. “Se a pessoa quiser levantar no meio da sessão e ir embora, ela vai”, explica o psicólogo.

Em segundo, o trabalho não consiste somente em colocar o balão imaginário e pronto. No método desenvolvido pelo psicólogo, a hipnose é apenas um coadjuvante da terapia cognitivo-comportamental clássica, que em resumo consiste em fazer a pessoa entender o que a leva a comer demais e propor instrumentos para modificar o padrão. Em paralelo, o paciente deve ter uma proposta alimentar bem definida e praticar alguma atividade física.

“Não é mágica”, enfatiza a psicóloga Vânia Calazans, que aplica a técnica de Silberfarb em seu consultório, em São Paulo. O trabalho completo envolve pelo menos doze sessões e só nas consultas finais é que o balão é “colocado”, desde que o terapeuta avalie que vai funcionar para aquele caso. Antes disso, porém, o paciente já aprende a identificar gatilhos e mudar seu comportamento diante da comida e, segundo a psicóloga, já começa a emagrecer.

Cirurgia imaginária

Embora seja apenas parte do processo, a “colocação” do balão é bem peculiar. Para ajudar o paciente a vivenciar o “procedimento”, Silbefarb utiliza um software que simula sons de um centro cirúrgico, com monitor cardíaco e tudo. O braço de quem está sob hipnose é tocado no momento da “aplicação da anestesia” e a pessoa ouve até o “cirurgião” encher o balão, depois que ele é colocado no estômago por meio de uma pequena “incisão” na barriga.

“Peraí”: mas o balão intragástrico, na vida real, não é colocado por endoscopia? Sim, mas no universo da hipnose, as coisas não precisam ser tão realistas. Afinal, o paciente hipnotizado precisa falar durante o processo (para dar feedback ao terapeuta). E, convenhamos, ninguém gosta de imaginar um cano entrando pela garganta.

Nas sessões seguintes, o paciente aprende a se auto-hipnotizar e é orientado a “fazer a manutenção” em casa. Algo simples – uma espécie de mantra que a pessoa entoa algumas vezes antes de dormir, uma ou mais vezes por semana. Terminada a fase das consultas semanais, o ideal é que o paciente vá ao consultório uma vez por mês até se sentir independente. O preço de cada sessão varia entre terapeutas, mas equivale a uma consulta com psicólogo.

Vale dizer que nem todo mundo é suscetível à hipnose. “Cerca de 98% dos pacientes são, e isso é algo hereditário”, diz Silberfarb. Em 1% dos casos, a pessoa simplesmente não quer ser hipnotizada, muitas vezes por não aceitar a ideia de não ser quem está no controle – algo que tem a ver com a personalidade. A parcela restante é de indivíduos com transtornos psicológicos graves ou com deficit de atenção alto.

Aversão ou âncora

Uma das etapas do trabalho consiste em fazer o paciente desenvolver autocontrole diante das tentações alimentares. E cada um tem seu ponto fraco: algumas pessoas não resistem a um pedaço de bolo, por exemplo, enquanto outras não abrem mão da cervejada no fim de semana.

Com a hipnose, os terapeutas conseguem simular situações de exposição ao alimento e aversão. Se o paciente tem nojo de cabelo na comida, por exemplo, pode imaginar, durante o transe, um monte de fios espalhados naquele prato de macarronada que o faz sair da dieta todo domingo.

Calazans deixa claro que ninguém vai passar a ter náuseas toda vez que se deparar com o prato predileto. Apenas vai ter mais força de vontade para dizer “não, obrigado”. E aí um padrão positivo se concretiza: a pessoa percebe que é capaz, sim, de recusar a iguaria sem sofrer. “Conforme isso se repete, vira um hábito”, garante a psicóloga.

Outra estratégia utilizada no processo é o que a especialista chama de instalação de âncoras. Ou seja: a pessoa adota algum comportamento para desfazer o gatilho da compulsão. Se ela abre a gaveta e pega um chocolate sempre que está estressada, “aprende”, com ajuda da hipnose, a trocar a atitude por um gesto, como fazer uma figa, por exemplo. Pode parecer coisa de maluco, mas Calazans esclarece que, à medida que a pessoa ganha autoconfiança, vai perdendo a necessidade de usar essas muletas.

Cada caso, uma saída

Mesmo sabendo que não viria a ter ânsia diante dos doces, sua maior paixão, a advogada Luciana Jantalia não quis fazer esse tipo de associação durante a hipnose. Nem por isso ficou sem alternativa: ela se condicionou, nas sessões, a trocar o pedaço de bolo por uma fruta ou um copo de água. E, para ela, deu certo. “Estou desde outubro do ano passado sem comer doce”, comemora.

Depois da “colocação” do balão, a advogada também percebeu que podia se satisfazer com quantidades menores. Resultado? Ela perdeu 17 kg nos últimos oito meses e recuperou a autoestima (ela já evitava aparecer em fotos, por causa do peso).

Jantalia confessa que tinha “um pé atrás” em relação à hipnose, mas hoje acredita que a técnica pode ser útil em diversos aspectos da vida. Tanto que agora está utilizando o mesmo tipo de terapia com foco na profissão.

Vitória Pereira também admite que tinha uma noção estereotipada sobre a hipnose. Mas ela já tinha testado diversas soluções malucas, como a dieta da sopa e a do limão, e só continuava a engordar. Então decidiu matar a curiosidade, depois de ler sobre o balão imaginário na internet. Depois de começar a terapia, viu que o transe nada mais é que “um relaxamento gostoso”.

Após vencer a compulsão pelos doces e diminuir as porções, com ajuda do balão imaginário, ela emagreceu 14 kg. “Foram mais ou menos 3 kg por mês”, conta. Está há dois meses fazendo a “manutenção”, com uma sessão por semana de auto-hipnose. Assim como Jantalia, ela diz que “a comida deixou de ser o mais importante”.

Resta saber se os efeitos serão duradouros. Os psicólogos juram que os pacientes com os quais ainda mantêm contato não voltaram a engordar. Dois especialistas em obesidade procurados pelo UOL preferiram não se manifestar sobre a técnica, por não conhecê-la, e comentaram que as pessoas que querem emagrecer devem buscar estratégias comprovadas por estudos científicos.
Fonte: UOL Comportamento


Acupuntura funciona mesmo


Estudos mapeiam seus efeitos no cérebro e revelam seu poder contra as dores e os transtornos emocionaispor Diogo Sponchiato


Se ainda havia algum ocidental desconfiado que, a exemplo de São Tomé, precisava ver para crer o resultado de uma porção de agulhas finíssimas sobre o corpo, ele provavelmente deixará suas suspeitas de lado ao saber o que andam desvendando neurocientistas ao redor do globo. Na Inglaterra, uma equipe da Universidade de York acaba de exibir, por meio de imagens de ressonância magnética, que uma espetada em um ponto da mão reduz a atividade de áreas do cérebro que regem a percepção da dor. Enquanto isso, nos Estados Unidos, um experimento com camundongos da Universidade de Rochester endossa o efeito analgésico da técnica oriental ao provar que ela estimula a liberação de uma molécula, a adenosina, responsável por aliviar o desconforto. São provas, vistas a olho nu ou sob a lente do microscópio, que permitem à ciência deste canto do mundo reconhecer o que os sábios chineses já apregoavam sobre o método que ganha milhões de pacientes no Brasil e no resto do Ocidente. 

"A acupuntura trabalha com estímulos em determinadas regiões do corpo que exercem um reflexo sobre outras", explica a médica acupunturista Angela Tabosa, chefe do Laboratório de Pesquisa Experimental em Acupuntura da Universidade Federal de São Paulo. "Essas respostas são, por sua vez, intermediadas pelo sistema nervoso", completa. É que as agulhas inseridas disparam impulsos que viajam pela rede nervosa até provocarem reações no cérebro. Esse mecanismo é imediato e, por interferir na massa cinzenta, surte efeitos mais duradouros. "A técnica tem uma ação sobre a musculatura, ajudando-a a relaxar, e incita, na medula, a produção de substâncias que inibem a passagem dos impulsos dolorosos", conta Dirceu de Lavôr Sales, presidente do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura. "No cérebro, ela induz a liberação de neurotransmissores com função analgésica e outros por trás da sensação de bem-estar." Dessa forma, alfinetam as dores, espetam, ou melhor, espantam o estresse e ganham papel de protagonista ou ator coadjuvante no desarme de uma lista de problemas. 

Para botar no papel todas as indicações da acupuntura, seria preciso preencher um extenso pergaminho da China antiga. As agulhas, é claro, não são uma panaceia, mas surpreendem até os olhos céticos. Em uma experiência com ratos que sofreram lesões na coluna vertebral da Universidade Kyung Hee, na Coreia do Sul, por exemplo, os animais que foram submetidos às espetadas se recuperaram e voltaram a andar mais cedo do que os bichos livres das picadas. A acupuntura coibiu inflamações e impediu, assim, a destruição progressiva de células nervosas da coluna. É esse poder anti-inflamatório, aliás, que garante à terapia lugar de destaque no combate a asma, dores crônicas… 

Outra virtude da técnica é equilibrar as emoções, debelar a ansiedade e o desânimo e reforçar o adeus aos vícios. "Ao modular a ação da dopamina, um neurotransmissor ligado ao prazer, o método ajuda a suprir a necessidade da droga", explica Angela Tabosa. Nesse sentido, até a obesidade entra na dança. "As agulhas auxiliam a reduzir a compulsão por comida", afirma a pediatra e acupunturista Márcia Yamamura, coordenadora do Centro de Estudo e Pesquisa da Medicina Chinesa, em São Paulo. 

As picadas prestam serviço a todas as idades e se revelam generosas às gestantes. Um trabalho da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, aponta que elas aliviam a depressão durante a gravidez. "É uma forma de estimular o organismo a fabricar neurotransmissores como a serotonina, em baixa no distúrbio", explica Dirceu Sales. "Na gestação, a acupuntura também minimiza as náuseas, a azia, a insônia e as dores nas costas", enumera o médico acupunturista João Bosco Guerreiro da Silva, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, no interior paulista. 

Mesmo quem não guarda no ventre uma criança ou está são e salvo de doenças pode tirar proveito das agulhas. "O ideal é que elas fossem usadas de modo preventivo, afastando um problema antes de ele se manifestar", opina Angela. Como abafam o estresse, também derrubam o risco de ficar de cama. A garantia de tanto benefício depende, vale frisar, de um terapeuta qualificado. "É um tratamento que deve ser ministrado apenas por médicos e dentistas, que conhecem anatomia e têm capacidade de fazer diagnóstico", avisa Sales. "A acupuntura só é contraindicada quando o profissional não sabe usá-la ou desconhece recursos terapêuticos melhores para o paciente, permitindo, assim, a postergação de problemas que podem ser fatais", alerta Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura. Do contrário, está liberada para entrar em cena, isto é, na sua pele.

Aplicações com o aval da medicina ocidental
• alergia 
• asma 
• dor de cabeça 
• dor nas costas 
• doenças das articulações 
• hipertensão 
• fibromialgia 
• dores musculares 
• gastrite e refluxo 
• síndrome do intestino irritável 
• constipação 
• tensão pré-menstrual e menopausa 
• depressão e ansiedade 
• gravidez 
• sequelas de derrame 
• doenças da pele 
• obesidade 
• endometriose 
• insônia 
• distúrbios hormonais 
• efeitos colaterais da quimioterapia

Para todos os gostos
Conheça as principais variações do método. Os pontos utilizados são os mesmos, mas nem sempre há necessidade de agulhas
EletroacupunturaAs agulhas são conectadas a um aparelho que emite correntes elétricas. A ideia é que os estímulos mais intensos possam acelerar a resposta à terapia. A técnica é recomendada no tratamento de dores agudas. 

Raio laser
O aparelho é direcionado aos pontos onde seriam inseridas as agulhas. Os terapeutas costumam recorrer a esse método em crianças e no caso de pessoas que têm pavor das espetadas. 

Moxabustão
O estímulo é feito por meio do calor, obtido com a queima de uma planta, a artemísia. Pequenos bastões acesos são aproximados das regiões que tradicionalmente receberiam as picadas. 

Por sistemasSão as versões que priorizam partes do corpo para conseguir respostas sobre todo o organismo. Entre as mais famosas, estão a auriculopuntura, que usa pontos na orelha, e a craniopuntura, que se vale do couro cabeludo.

Uma técnica, vários usos

No dentista
A acupuntura pode ser requisitada antes ou depois do tratamento dentário, diminuindo o nervosismo ou possíveis dores mais tarde. É coadjuvante no controle de problemas de oclusão. 


No esporte
As agulhas são convocadas para minorar dores musculares, ajudar na recuperação das lesões e aperfeiçoar o desempenho do atleta. 

Na anestesia
Como tem um efeito sobre a medula, a acupuntura corta, temporariamente, a transmissão dos estímulos dolorosos. Por enquanto, é mais empregada em procedimentos de pequeno porte. 


Design Robson Quinafélix e Gisele Pungan / Fotos Omar Paixão / Produção: Alê Ravizza / Modelo: Assiara (Daphne) / Infográfico: Evandro Bertol


DORMIR POUCO PODE AUMENTAR O APETITE POR COMIDAS GORDUROSAS!

veja no site da Folha de Campo Largo:
http://www.folhadecampolargo.com.br/vernoticia.php?id=19873


Quase metade da população está acima do peso, diz Saúde / Abril 2012



Medidinha Certa!! Cap 1 - Abril 2012
http://www.youtube.com/watch?v=ZxxO7Jysv4c


Medidinha Certa!! Cap 2 - Abril 2012
http://www.youtube.com/watch?v=IWMlZMDSGoE



Medidinha Certa!! Cap 3 - Abril 2012
http://www.youtube.com/watch?v=1CqOl8BpMyQ&feature=relmfu



Medidinha Certa!! Cap 4 - Abril 2012
http://www.youtube.com/watch?v=1MGu7X4JC2k&feature=relmfu



Medidinha Certa!! Cap 5 - Abril 2012
http://www.youtube.com/watch?v=p-aeUDQk960&feature=relmfu


Medidinha Certa!! Cap 6 - Maio 2012
http://www.youtube.com/watch?v=Jcftb1Elt9M&feature=relmfu

Medidinha Certa!! Cap 7 - Maio  2012
http://www.youtube.com/watch?v=cjARI6Xla_Y&feature=relmfu



Medidinha Certa!! Cap 8 - Maio 2012
http://www.youtube.com/watch?v=qNHqdqKpcWk&feature=relmfu

Medidinha Certa!! Cap 9 - Maio  2012
http://www.youtube.com/watch?v=EExK_lamHeg&feature=relmfu


Aprenda a fazer uma farofa rica em fibras!



Atividade Física - Pilates! Reportagem do Jornal Hoje da Rede Globo.



Metabolismo e emagrecimento! Reportagem do Jornal Hoje da Rede Globo.


Banana verde ajuda a emagrecer!  Reportagem do Jornal Hoje da Rede Globo.



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"Nada posso lhe dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo." Hermann Hesse